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Revista Shimmie. Edição 28

“A perfeição não está só no controle. Também está em se deixar levar. Surpreender a si mesma e depois a plateia. Transcendência. E poucos têm isso dentro de si.”

– Cisne Negro

 

A dança do ventre é composta por um conjunto de características que permitem que a bailarina seja considerada impecável ao se apresentar. Ela deve ter presença de palco, carisma, um visual e roupas que chamem a atenção, musicalidade, repertório de passos, conhecimento dos estilos musicais, além, é claro, da boa e velha técnica. Muitas vezes deixada de lado nas salas de aula, porque a repetição é por vezes cansativa para alunas iniciantes, e as professoras querem “ganhá-las” logo de cara, a técnica é o que vai servir de base para sustentar todos os outros pontos da dança.

Sem técnica, mesmo a mais linda e carismática das bailarinas, em algum momento da sua carreira, será cobrada. E ela terá que retornar ao ponto básico e correr atrás do prejuízo, porque preferiu pular etapas, partir direto para a dança, quando, na verdade, é necessário estudar muito antes ou, ao menos paralelamente, para evitar lesões e ter um crescimento sustentável dentro da dança.

Para abordar melhor este que é um tema tão sensível e importante, a revista Shimmie resolveu dedicar uma edição inteira para que seus colunistas possam dar opiniões e dicas sobre o que vem acontecendo no mercado e como estudar melhor a ténica na dança.

Convidamos as conceituadas bailarinas Shirley Salilah e Nuriel el Nur para estamparem as nossas capas, por acreditarmos no trabalho que vêm realizando todos esses anos para o cenário da dança do ventre.

Esperamos que vocês aproveitem as próximas páginas e se inspirem para continuarem a se desenvolver, sem pular etapas!

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Revista Shimmie. Edição 28

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